Show apresenta 12 composições inéditas e homenageia o sambista João Nogueira
Espetáculo apresenta repertório inédito e clássicos da música brasileira. Foto: Divulgação
Os cantores e compositores Moacyr Luz e Douglas Lemos lançam o álbum “Jogo de cintura”, a primeira parceria da dupla, nesta quinta-feira (07/04), no palco do Teatro Rival Refit, na Cinelândia, no Centro do Rio. Aos 63 anos de idade e reconhecido por sua vasta obra ao longo de mais de quatro décadas de carreira, Moa aposta no talento de 28 anos de Douglas. Inspirados no espírito carioca, os dois falam do subúrbio, dos botequins, ironizam a derrota no futebol e a dureza dos poetas, aproveitando para homenagear uma referência de ambos: João Nogueira.
O show é todo baseado no álbum com 12 novas composições, lançado em plena segunda onda da pandemia e fazendo sucesso em todas as plataformas de streaming. A proposta é apresentar esse repertório aliado a clássicos da música brasileira que têm a Cidade Maravilhosa como inspiração. Um show para carioca nenhum botar defeito!
Serviço: Show: Moacyr Luz & Douglas Lemos Local: Teatro Rival Refit Endereço: Rua Alvaro Alvim , 33 - Subsolo , Rio de Janeiro - Rio de Janeiro Data e horário: 7 de Abril de 2022 - Quinta às 19h30 Ingressos entre R$ 35,00 e R$ 70,00 Link para compra do ingresso: https://bileto.sympla.com.br/event/71978/d/129941
Protocolos de segurança contra COVID-19:
Segundo decreto municipal sobre o público nas casas de espetáculo, o Teatro Rival Refit está autorizado a funcionar com lotação máxima, mas continuará com os processos de higienização e sanitização, feitos por empresa especializada antes de cada show.
O uso de máscara não é mais obrigatório, mas ainda é necessário apresentar o comprovante de vacinação – carteira de vacinação digital do ConecteSUS, a própria caderneta física ou um papel timbrado da Secretaria Municipal de Saúde – para entrar no Teatro Rival Refit. A regra da Prefeitura do Rio vale para todas as casas de show e outros lugares públicos fechados.
O Teatro Rival Refit começa a receber o público uma hora antes, com som ambiente, ar condicionado e serviço de bar, seguindo, claro, todos os protocolos sanitários para proteger público, artistas e funcionários.
Na entrada, todos terão temperatura aferida, e haverá dispensers de álcool 70° em gel distribuídos pelas dependências do teatro. Cuidar da própria saúde e da saúde dos outros é também uma forma de resistência.
Dupla icônica da música brasileira relança “Masculino e Feminino”, sai em turnê e grava álbum ao vivo, juntos pela primeira vez
Dupla relança música e canta sucessos solos e dos Novos Baianos. Foto: Dario Zalis
Baby & Pepeuforam barrados na Disneylândia, mas entraram para a história da música brasileira para todo o sempre. Tiveram seis filhos juntos mas, quem diria, dividem, pela primeira vez, um álbum ao vivo à bordo da turnê “140 Graus”, que marca seus coloridos e eletrizantes 70 anos de muita música, alegria e histórias. A comemoração será com show no Morro da Urca neste sábado (09/04).
Essa soma, união de forças e parceria, é a própria definição da unidade de que trata o hit “Masculino e Feminino” que será lançado dia 8 de abril pelo MSK, selo da MUSICKERIA, na véspera do show que a dupla fará no lendário projeto “Noites Cariocas”, no Morro da Urca, que volta após hiato de 12 anos para alegria do público.
O show, batizado de “140 graus”, dá o nome à turnê e ao inédito álbum ao vivo da dupla, que será lançado pelo selo “Noites Cariocas Discos” para marcar os 70 anos que os artistas completam em 2022.
MASCULINO E FEMININO - Canção chega a todas as plataformas de streaming em 8 de abril
Lançada por Pepeu em 1983 e regravada por Baby em 2015, a canção foi composta por Baby do Brasil, Pepeu Gomes e Didi Gomes. A inspiração de Baby para a letra foi perceber que o homem da época precisava entender melhor o universo feminino. Não se tratava de gênero ou sexo, mas do equilíbrio entre as forças do feminino e do masculino, que estão presentes em todos. Baby também entendeu que a mensagem da canção seria mais forte se fosse ouvida na voz de um homem, e ninguém melhor do que Pepeu, que com sua genialidade musical deu forma à obra que virou um dos grandes sucessos de sua carreira.
“Se os homens não compreendessem o universo feminino, nunca poderiam entender as mulheres. O feminino e o masculino está em Deus e em toda a criação, não há um só ser que não precise beber dessas duas forças para existir; sou feminina e masculina, se não tiver quem limpe a caixa d’água eu vou lá e faço. Se o masculino é mais razão, o feminino é mais sentimento, precisamos unir os dois lados, aceitar e compreender o todo para alcançar a completude, é o melhor dos mundos” explica a cantora, que na nova versão canta “ser uma mulher masculina não fere meu lado feminino, porque para parir seis meninos, eu tive que ser masculino e feminino”.
“A mensagem de “Masculino e Feminino” que quisemos passar foi exatamente essa, que se Deus está dentro da mulher e do homem, do menino e da menina, Deus é masculino e feminino, não tem sexo, essa foi a intenção da mensagem da música”, complementa Pepeu.
Produzida por Baby do Brasil e Pepeu Gomes, a releitura do novo hit, que puxa o projeto, tem a alegria que marca a reunião dessa parceria. Ao lado de uma banda composta pelos irmãos Jorginho Gomes (bateria), Didi Gomes (baixo) e Pepeu (guitarra e violão), a gravação contou ainda com Rodrigo Tavares (teclados), Xulli (guitarra) e Marcos Suzano que assina a percussão eletrônica e efeitos.
“É um presente estarmos juntos com tudo o que temos direito, álbum, turnê… Tudo isso vem coroar o que a gente já fez e apresenta nosso legado. Esse encontro nunca aconteceu antes, quando excursionávamos pelo Brasil era cada um com seu show, agora é a vez de celebrar esse encontro único e feliz!”, diz Baby.
“Esse projeto vai representar muito para nossos fãs e para nossa história familiar. Ele começou no Rock in Rio quando o Zé Ricardo, através de meu filho Pedro, convidou a gente para fazer uma participação no show da Baby. A partir daí, começou uma relação familiar mais intensa, pois estávamos há mais de 20 anos sem trabalhar juntos. E acho que vai ser um reencontro maravilhoso que os fãs vão ganhar de presente, pois vamos fazer um show onde cantamos cada um sua música, faremos só com hits, abertura de novelas e temas de personagens”, finaliza Pepeu.
De volta aos estúdios para ensaios da apresentação de 9 de abril no “Noites Cariocas”, os eternos “Novos Baianos” dão show de vitalidade e energia. “Não se faz mais 70 como antigamente, e no nosso caso tudo está na ebulição de 140 graus”, completa Baby.
Além da banda acima mencionada, o show contará com percussão e metais e apresentará grandes sucessos das carreiras dos artistas, como “Mil e uma noites de amor”, “ Brasileirinho”, “Eu também quero beijar”, “Menino do Rio”, “Deusa do amor”, “Sem pecado e sem juízo”, “Acabou chorare”, “Um raio laser”, "A menina dança”, “Tudo azul”, entre outros hits dessa parceria de sucesso. O público presente no dia 9 de abril ficará eternizado na gravação do álbum “Ao vivo”, Baby do Brasil e Pepeu Gomes- 140 Graus, que será lançado ainda no primeiro semestre de 2022
Ficha técnica “Masculino e Feminino”
Produzido por Pepeu Gomes e Baby do Brasil
Percussão eletrônica e efeitos: Marcos Suzano
Bateria: Jorginho Gomes
Baixo: Didi Gomes
Guitarra e violão: Pepeu Gomes
Teclado: Rodrigo Tavares
Guitarra 2: Xulli
Intérpretes: Baby do Brasil & Pepeu Gomes
Compositores: Baby do Brasil, Pepeu Gomes e Didi Gomes.
Gravado por Renato Oliveira e mixado por Pepeu Gomes, Baby do Brasil e Renato Oliveira no Malibu Studios. Gravação de vozes no Studio Nave 33 por Juliano Cortuah, com Direção Vocal de Baby do Brasil, Pepeu Gomes e Juliano Cortuah. Masterizado por Ricardo Garcia no Magic Master
O TIM Music Noites Cariocas cumprirá todos os protocolos de segurança necessários contra a Covid 19 determinados pelas autoridades competentes.
Serviço:
Dia 9 (sab) de abril: Baby & Pepeu a 140 Graus (às 23h)
TIM Music Noites Cariocas
Local: Bondinho Pão de Açúcar
Endereço: Av. Pasteur, 520 - Urca, Rio de Janeiro - RJ, 22290-240
Artista comemora os 40 anos de sucesso revisitando suas grandes obras
Lulu canta sucessos no Qualistage. Foto: Divulgação
‘Alô Base’ é o nome do show em que Lulu Santos comemora seus 40 anos de sucesso, revisitando grandes obras e trazendo no set list músicas que marcaram época e recentes canções, com a proposta de reconectar todos os pontos da trajetória. Dos hits dos anos 1980, como “Tempos modernos”, “Como uma onda” e “Toda forma de amor” às recentes parcerias com Melim e Luísa Sonza, Lulu e sua banda cobrem essas quatro décadas empilhando sucessos um atrás do outro. O palco do Qualistage, há décadas um dos pontos de encontro favoritos de Lulu com seu público, verá o show no dia 9 de abril.
Por Lulu: “Do jeito que vejo, vamos simplesmente retomar do ponto em que estávamos quando fomos rudemente interrompidos. A gira anterior, ainda que de férias em 3/2020, ainda não acabara de todo; diversas datas foram canceladas ou indefinidamente adiadas, cidades ficaram sem nossa visita periódica, pessoas ficaram sem nos ver. Não cabe aqui entrar nos deméritos dos últimos dois anos. De nossa parte, fizemos tudo o que era viável mediante as já mais que repassadas condições ou falta delas. Fizemos lives, televisão, clipes e mesmo um álbum de revisitações, que acabou condensado em uma das faixas inéditas do projeto: ‘Inocentes’; recém lançada como single com a balsâmica participação da Melim.
Em junho de 2021 lançamos ‘HIT’, a primeira canção e clipe da nova série. Enfim, a fila andou, e apesar de termos todos sido interrompidos no meio da frase, o tempo passou, o assunto mudou, ponto, parágrafo.
“Alô, base” é um chamado, uma reconexão. 2021 marca os 40 anos de lançamento do meu primeiro single, ou, como prefiro considerar, há 40 anos entre meu primeiro e o mais recente lançamento. A Singularidade ativou a dobra do tempo, serão quatro décadas em 100 minutos".
Lulu Santos sobe ao palco com Hiroshi Mizutani, no teclado - Jorge Ailton, no baixo - Robson Sá, no vocal - Sergio Melo, bateria e Tavinho Menezes, na guitarra.
Serviço: Local: Qualistage Endereço: Av Ayrton Senna, 3000 - Barra da Tijuca - Rio de Janeiro Data: 9 de Abril (sábado) Abertura da casa: 19h Início do show: 20h30 Censura: 18 anos Link: https://qualistage.com.br/ Venda de ingressos pelo site da Eventim - https://www.eventim.com.br ou nas bilheterias do Qualistage. Informações: bilheteria@qualistage.com.br Ingressos a partir de R$ 120,00 Capacidade: 9 mil pessoas em pé ou 3.500 sentadas Possui Acessibilidade
A apresentação marca a data de lançamento do álbum considerado o mais importante da discografia do grupo
Grupo comemora 57 anos de carreira no Teatro Riachuelo. Foto: Camilla Guimarães
Eram tempos de chumbo quando o MPB4 lançou o LP “Cicatrizes”, com um repertório refletindo o clima soturno do país sufocado pela ditadura. Lançado há 50 anos, o trabalho é considerado o mais importante da discografia do grupo, que, da formação original, conta com Miltinho e Aquiles Reis, além de Dalmo Medeiros (integrante desde 2004) e Paulo Malaguti Pauleira (integrante desde 2012), que substituíram os saudosos Ruy Faria e Magro Waghabi, respectivamente. A data vai ser comemorada com o show “Cicatrizes – 50 anos” no Teatro Riachuelo, no dia 7 de abril.
Aos 57 anos de carreira, o MPB4 lamenta que o disco esteja tão atual. “A gente canta músicas de 50 anos atrás, e a plateia entende exatamente do mesmo modo que aquela plateia dos anos 1970 entendia. É triste, andamos pra trás... Só que lá atrás, tivemos anistia, eleições diretas, momentos de esperança...”, recorda Miltinho, que sente orgulho de o MPB4 ter feito parte do movimento pela democracia no país.
O LP “Cicatrizes” trazia canções que fazem parte do repertório do grupo até hoje, como “San Vicente” (Milton Nascimento / Fernando Brant) e “Partido alto” (Chico Buarque), que atualmente é cantada nos shows com uma estrofe que nunca foi gravada: “Deus me fez um cara surdo, cego e censurado / Submisso, submerso, subalimentado / Mas um dia o vento vira, e é bem tomar cuidado / Pois a coisa fica feia também pro seu lado / Passe bem, muito obrigado”.
A censura dos anos 1970 perseguiu o MPB4, principalmente porque o grupo trabalhava muito com Chico Buarque, um dos nomes mais visados pelo regime militar de então. Miltinho, Aquiles, Magro e Ruy tiveram problemas significativos com a censura, inclusive shows proibidos. Uma das músicas do disco “Cicatrizes”, “Pesadelo” (Maurício Tapajós / Paulo César Pinheiro), que também faz parte do show, só escapou da sanha dos censores porque um de seus autores, Paulo César Pinheiro, enviou a letra para a censura junto com outras escritas para o repertório de Agnaldo Timóteo. Valeu o drible!
No total, o show contará com sete canções do disco com os arranjos vocais originais de Magro Waghabi (diretor musical, arranjador e ex-integrante, falecido em 2012), que serão intercaladas por grandes sucessos do MPB4, como “Roda viva” (Chico Buarque), “Amigo é pra essas coisas (Aldir Blanc / Silvio da Silva Jr) e “Vira virou” (Kleiton Ramil). Também faz parte do repertório do espetáculo, a faixa-título do disco, “Cicatrizes”, responsável por jogar luz sobre o lado de compositor de Miltinho.
Para o show comemorativo das cinco décadas de “Cicatrizes”, o MPB4 estará acompanhado no palco por João Faria (baixo), Pedro Reis (guitarra e bandolim) e Marcos Feijão (bateria), banda que acompanha o grupo há pouco mais de 30 anos.
Anotou na agenda? MPB4 em “Cicatrizes – 50 anos”, dia 7 de abril, no Teatro Riachuelo. É show para todo mundo cantar junto. Afinal de contas, fãs unidos jamais serão vencidos!
Serviço: Show: MPB4 Local: Teatro Riachuelo Endereço: Rua do Passeio, 38/40 - Centro, Rio de Janeiro Data: 07 de abril, quinta-feira Horário: Às 20h Ingressos: Plateia VIP R$ 120 |Plateia e Balcão Nobre R$ 100 | Balcão Simples R$50 Link para compra do ingresso: https://bit.ly/3gUiiRj Lotação: 999 lugares Classificação: Livre Duração: 80 minutos
Abertura fica por conta do Pocket Show Musical Cássia Eller
Dupla Anavitória canta seus sucessos no Morro da Urca. Foto: Breno Galtier
Anavitória é uma dupla de pop musical já consagrada, formada em 2014 por Ana Clara Caetano e Vitória Falcão. As meninas, que são um fenômeno nacional, já colecionam prêmios, como o Grammy Latino, vencendo em Melhor Canção em Língua Portuguesa por "Trevo", em 2017, dois anos depois "O Tempo é Agora" (2019), foi vencedor do Grammy Latino de Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa. Em 2021 venceram Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa com o álbum "Cor" e o gramofone de Melhor Canção em Língua Portuguesa por "Lisboa".
E agora chegam para uma única apresentação no Tim Music Noites Cariocas, na noite do dia 8 de abril, no anfiteatro do Bondinho Pão de Açúcar, no Morro da Urca.
O duo está na estrada pelo Brasil e em turnê pelo continente europeu, com uma extensa agenda, em Portugal, Espanha, França, Irlanda e Londres. A partir de setembro de 2022 apresentam o novo álbum, porém, antes dessa turnê fazem shows no primeiro semestre reunindo seus grandes sucessos com o SHOW HÍBRIDO, explicado por elas:
"É um meio do caminho, precisávamos de um show antes de começar a turnê COR e inventamos essa onda misturada", brincam ao justificar essa turnê
A Turnê Híbrido, mistura músicas dos três primeiros álbuns e passeiam um pouquinho pelo último lançamento, COR - quarto álbum de estúdio, que terá turnê própria ainda neste ano. Elas se autodeclaram como "pop rural". Uma mistura de MPB, com folk. E agradam em cheio, o show Híbrido, ganha clássicos como "Trevo", "Fica", "Pupila", entre outros
Contam no palco com Jeff Pinas - na guitarra e violão, Leomaristi Santos - no baixo, Marina Jacintho – no teclado e Valmir Bessa - na Bateria.
O TIM Music Noites Cariocas cumprirá todos os protocolos de segurança necessários contra a Covid 19 determinados pelas autoridades competentes.
Horário dos shows: 08/04 (sex) de abril: Anavitória (às 24h) – Abertura Pocket Musical Tributo a Cássia Eller (às 22h)
Serviço: TIM Music Noites Cariocas Local: Bondinho Pão de Açúcar Endereço: Av. Pasteur, 520 - Urca, Rio de Janeiro - RJ, 22290-240 Site: www.timmusicnoitescariocas.com.br Vendas: Lojas TIM (Botafogo Praia Shopping, Rio Sul, Shopping Leblon, New York City Center, Nova América e Norte Shopping) Ingressos a partir de R$ 120 (meia) Possui Acessibilidade Capacidade: 2000 Idade mínima: 18 anos Abertura do bondinho: às 21h
Agenda de shows: 08/04 (sex): Anavitória (às 24h) – Abertura Pocket Musical Tributo a Cássia Eller (às 22h) 09/04 (sab): Baby & Pepeu 140 Graus (às 23h)
Exibido no Ventana Sur, principal festival audiovisual da América Latina, o longa traz uma mistura de atores brasileiros, argentinos e uruguaios no seu elenco
Produção estreia nos cinemas nacionais em 12 de maio de 2022. Foto: Divulgação
Com direção de Roly Santos e roteiro de Óscar Tabernise, Águas Selvagens é uma coprodução entre Brasil e Argentina e chega aos cinemas nacionais em 12 de maio de 2022. Do lado brasileiro, a produção é assinada por Rubens Gennaro e Virgínia Moraes, da Laz Audiovisual, empresa curitibana responsável por ‘Oriundi’ (2000), ‘Cafundó’ (2006) e ‘Anita e Garibaldi’ (2013). Na Argentina, a produção é assinada pela Cooperativa Romana Audiovisual, de Buenos Aires. A Imagem Filmes é a distribuidora responsável pelo lançamento do longa no Brasil e acaba de divulgar seu trailer oficial.
O filme conta a história de Lúcio Gualtieri (Roberto Birindelli), um ex-policial que aceita um trabalho como investigador para solucionar um crime na fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai. Enquanto lida com seus problemas pessoais, ele descobre uma organização criminosa atuando na região e se envolve em uma trama de assassinatos, prostituição e tráfico de pessoas. “O roteiro é argentino e conta a história de um policial em uma investigação na tríplice fronteira. Ao chegar, ele percebe que as pessoas e as relações são mais intensas por lá”, adiantou a produtora Virginia Moraes. Planejado em grande parte por mulheres, Águas Selvagens conta ainda com outros nomes femininos por trás da câmera, como Kelly Bill, Elisa Ratts e Beatriz, Isabel Gennaro, Kaliupe Sachet, Ana Rodacki e Andréia Tristão. “Não chega a ser uma bandeira, mas sim um movimento natural, que foi incorporado em harmonia [ao projeto]”, completou a produtora.
Confira o trailer:
Falado em português e espanhol, Águas Selvagens reúne atores brasileiros, argentinos e uruguaios. Enquanto o protagonista é vivido por Roberto Birindelli, uruguaio radicado no Brasil, as atrizes brasileiras Mayana Neiva e Leona Cavalli também possuem grande destaque na produção. Entre os demais atores, estão os argentinos Juan Manuel Tellategui, Mario Paz, Daniel Valenzuela e Mausi Martinez, o uruguaio Nestor Nuñez e os brasileiros Allana Lopes, Luiz Guilherme, Hélio Cícero e Giuly Biancato.
Sinopse: Quando o investigador Lúcio Gualtieri (Roberto Birindelli) aceita um trabalho para solucionar um crime cometido na fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai, ele se vê perseguido por uma organização criminosa envolvida em uma trama macabra de assassinatos. Ao descobrir uma verdade obscura que coloca em prova todas as suas crenças, o ex-policial precisará enfrentar seu passado conturbado, enquanto tenta sobreviver aos perigos dessa zona de águas selvagens.
Ficha Técnica: Diretor: Roly Santos Argumento: Oscar Tabernise Roteiro: Oscar Tabernise Trilha Sonora Original: Eduardo Zvetelman Diretor De Fotografia: Vinicius Gennaro Montador/Editor De Imagem: Sergio Zottola Diretor De Arte: Magno Vitor Ferreira Técnico/Chefe De Som Direto: Diego Vinicius Ribas Tolardo Mixador De Som: Hernán Ruiz Navarrete Produtores Executivos: Virginia W Moraes, Rubens Gennaro, Beatriz Gennaro
Até sábado (02/04) público poderá conferir pinturas em homenagem ao Bloco Cacique de Ramos, na Galeria Modernistas. Debate sobre o carnaval e apresentação musical estão programados para o encerramento
Alexandre Palma homenageia o bloco Cacique de Ramos em Santa Teresa. Foto: Carlos Júnior / Divulgação
A exposição “Eu Sou Cacique” encerra neste sábado (02/04), na Galeria Modernistas em Santa Teresa, RJ. A exposição de pinturas recebeu um grande público e visitas importantes como Ricardo Cravo Albin e o músico Dauá Puri. Aberta em fevereiro com a performance “Vermelho 22”, a individual de Alexandre Palma apresenta um conjunto de 25 trabalhos a óleo, com texto de apresentação de Carlos Alberto Medeiros.
Obra de Alexandre de Palma. Foto: Divulgação
No encerramento, às 17 horas, além das obras artísticas, a Galeria Modernistas promoverá uma roda de conversa sobre o Carnaval com a participação de Augusto Herkenhoff, curador da exposição, a artista visual Thelma Innecco, além do pesquisador de culturas afro-brasileiras, Salloma Salomão. Ao final do debate, às 19 horas, apresentação musical de André Penna Firme, Graduado em Violão na Escola de Música da UFRJ.
A visitação é gratuita e acontece de quinta a sábado de 11 às 17 horas. A Galeria Modernistas obedece aos protocolos de segurança contra a Pandemia da Organização Mundial de Saúde.
Serviço: Exposição “Eu sou Cacique!”, de Alexandre Palma Até 2 de abril de 2022 Local: Galeria Modernistas Endereço: Rua Paschoal Carlos Magno, 39 - Santa Teresa - Rio de Janeiro - RJ Instagram: @modernistasgaleria Entrada gratuita Horário: Quinta a sábado – 11h às 17h Agendamento e informações: 21-981393892 ou thelma.v.innecco@gmail.com
Sob regência do maestro e seu diretor artístico Felipe Prazeres, concertos apresentarão obras de Pergolesi, Hindemith e Mozart, com participação dos solistas Savio Faschet e Nívea Freitas
Orquestra Johann Sebastian Rio apresenta músicas de Pergolesi, Hindemith e Mozart. Foto: Ana Clara Miranda / Divulgação
A abertura da programação do mês de abril da Sala Cecília Meireles ficará à cargo da moderna e arrojada Orquestra Johann Sebastian Rio. Com a participação da soprano Nivea Freitas e do contra-tenor Savio Faschet, sob regência do seu diretor artístico Felipe Prazeres, a orquestra apresentará obras de Giovanni Battista Pergolesi (Stabat Mater), Paul Hindemith (Cinco Peças para Orquestra de Cordas, op. 44) e Wolfgang Amadeus Mozart (Divertimento em Ré Maior), um programa que vai ao encontro do objetivo do grupo em divulgar os clássicos em sintonia com o mundo contemporâneo.
Formada por músicos renomados do quadro das grandes orquestras sinfônicas do Rio, a Orquestra Johann Sebastian Rio atua ao vivo e online com grande variedade de concertos e vídeos, tendo parceiros no Brasil, Itália, Argentina e Alemanha e sendo uma das orquestras de câmara de mais destaque no país. Fundada em 2014 por Felipe Prazeres junto com os violistas Eduardo Pereira e Ivan Zandonade, e, posteriormente, com a produtora Vanessa Rocha, foi a primeira orquestra brasileira a ter sua estreia primeiramente na Internet - além de ser também reconhecida por suas interações com a literatura, a dança e o teatro e por ter forte atuação no audiovisual, produzindo curtas roteirizados e vídeos musicais.
Confira o vídeo da Orquestra Johann Sebastian Rio:
Para João Guilherme Ripper, compositor, maestro e diretor da Sala Cecília Meireles, a orquestra “é uma das melhores novidades da música de concerto nos últimos anos - seus músicos fazem parte de uma geração brilhante, que alia juventude, excelente técnica, musicalidade, compromisso com a qualidade e um entusiasmo contagiante”. Neste sentido, para esta apresentação específica, Ripper optou em criar um programa que coloca em evidência algumas das virtudes da Johann Sebastian Rio. “Estou certo de que a densa textura contrapontística das obras de Pergolesi, Hindemith e Mozart será amplamente favorecida pela transparência das cordas. Assim como a dimensão poética do sagrado e do drama estará presente na interpretação do “Stabat Mater””, conclui.
Felipe Prazeres. Foto: Renato Mangolin / Divulgação
Felipe Prazeres: Um dos mais conceituados músicos de sua geração, Felipe atua como spalla da Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES) desde 2001. Foi um dos criadores da Academia Juvenil, projeto educativo da OPES onde desenvolve um trabalho de orientação musical de cerca de 35 jovens músicos a cada ano, oriundos de projetos sociais. De 2014 a 2018, foi maestro assistente de Isaac Karabtchevsky. É diretor artístico e cofundador da orquestra Johann Sebastian Rio, principal orquestra de câmara do Rio de Janeiro e uma das mais promissoras do país. Atua ainda como spalla da Orquestra Sinfônica da UFRJ, onde também rege concertos desde 2013.
Na função de regente, esteve à frente de orquestras como a World Youth Symphony, na Itália, Orquestra Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Sinfônica da UFRJ, Orquestra Sinfônica Nacional (OSN-UFF) e Camerata SESI. Seu repertório inclui a música barroca, grandes sinfonias e concertos clássicos, românticos e modernos, além de música popular. Foi o primeiro regente a dirigir uma obra de Mahler com a Orquestra Sinfônica da UFRJ, a “Sinfonia nº 4”. Em 2018 esteve a frente dessa mesma orquestra na Opera “ A Flauta Mágica”, de Mozart. Na Orquestra Petrobras Sinfônica, entre seus projetos especiais, regeu os concertos “Ventura Sinfônico – Los Hermanos”, que gerou um DVD, e “Thriller Sinfônico – Michael Jackson”, da Série Álbuns. Com a mesma orquestra, regeu os infantis “Os Saltimbancos” e “Arca de Noé”, que geraram dois álbuns, e “Balão Mágico”. Na Johann Sebastian Rio dirige concertos com repertório de todas as épocas, mas com especial atenção à música barroca.
Serviço: Orquestra Johann Sebastian Rio na Sala Cecília Meireles Dia 1 de abril, sexta-feira – horário: 19h Dia 2 de abril, sábado – horário: 16h Maestro Felipe Prazeres Endereço: Largo da Lapa, 47 Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada) Classificação livre
Programa: GIOVANNI BATTISTA PERGOLESI Stabat Mater, P.77 PAUL HINDEMITH Cinco peças para orquestra de cordas, op.44 n.4 WOLFGANG AMADEUS MOZART Divertimento em Ré Maior, Kv. 136/125a
Ney Matogrosso canta seus sucessos no Morro da Urca. Foto: Marcos Hermes / Divulgação
Depois do sucesso absoluto da crítica e do público, que lotou todas as primeiras apresentações no Rio de Janeiro, o Bloco na Rua, o novo show de Ney Matogrosso, ganha a estrada. Sorte a nossa.
Foram pouco mais de 5 anos ininterruptos à frente da turnê "Atento aos Sinais", projeto que passou pelos mais diferentes palcos e arrebatou plateias no Brasil e no exterior. Uma temporada longa até para os padrões de Ney Matogrosso que, como de costume nos últimos anos, testou e amadureceu o repertório antes de lançar CDs e DVD de "Atento aos Sinais".
Aos 77 anos, Ney não para. Mais uma vez, o novo projeto começará nos palcos para só depois ganhar outros formatos. O repertório foi selecionado enquanto Ney excursionava com o show anterior e o seu critério não foi o ineditismo: “Não é um show de sucessos meus, mas quis abrir mais para o meu repertório. Dessa vez eu misturei coisas que já gravei com repertório de outras pessoas”, pontua Ney.
O set list revela a diversidade do repertório: “Eu quero é botar meu bloco na rua” (Sergio Sampaio), de onde saiu o título da turnê, “A Maçã” (Raul Seixas), "Álcool (Bolero Filosófico)", da trilha original do filme "Tatuagem” (DJ Dolores) ,“O Beco”, gravada por Ney nos final dos anos 80 (Herbert Vianna/Bi Ribeiro) e "Mulher Barriguda", do primeiro álbum dos Secos e Molhados, de 1973 (Solano Trindade/João Ricardo), são algumas das músicas escolhidas por Ney.
Duas canções foram pinçadas do compacto duplo Ney Matogrosso e Fagner, lançado em 1975: “Postal do Amor” (Fagner/Fausto Nilo/Ricardo Bezerra) e "Ponta do Lápis” (Clodô/Rodger Rogério). Outros dois clássicos que Ney nunca havia cantado, “Como 2 e 2” (Caetano Veloso) e “Feira Moderna” (Beto Guedes/Lô Borges/Fernando Brant), também estão no roteiro.
O figurino, sempre aguardado com expectativa em se tratando de um show de Ney Matogrosso, foi criado sob medida pelo estilista Lino Villaventura. Luiz Stein assina o cenário, composto por projeções, e Juarez Farinon a luz do espetáculo, com supervisão de Ney.
A banda afiada é a mesma que o acompanhou nos últimos 5 anos, reunindo Sacha Amback (direção musical e teclado), Marcos Suzano e Felipe Roseno (percussão), Dunga (baixo), Mauricio Negão (guitarra), Aquiles Moraes (trompete) e Everson Moraes (trombone).
Confira o clipe de Ney:
O TIM Music Noites Cariocas tem esse poder, trazer para o seu palco veteranos e novas revelações. Será uma noite memorável. Vai perder?
TIM, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria do Estado de Cultura e Economia Criativa, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, apresentam: TIM Music Noites Cariocas
O TIM Music Noites Cariocas cumprirá todos os protocolos de segurança necessários contra a Covid 19 determinados pelas autoridades competentes.
Horário do show: 2 de abril (sab): Ney Matogrosso (às 23h) - Abertura com Manda (às 22h)
Serviço: TIM Music Noites Cariocas Local: Bondinho Pão de Açúcar Endereço: Av. Pasteur, 520 - Urca, Rio de Janeiro - RJ, 22290-240 Site: www.timmusicnoitescariocas.com.br Vendas: Lojas TIM (Botafogo Praia Shopping, Rio Sul, Shopping Leblon, New York City Center, Nova América e Norte Shopping) Ingressos a partir de R$ 120 (meia) Possui Acessibilidade Capacidade: 2000 Idade mínima: 18 anos O projeto começou em 18/03, segue até 9/04. Abertura do bondinho: às 21h