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terça-feira, 10 de março de 2026

Trilha da novela 'Dona Beja' chega aos streamings de áudio com releituras que unem instrumentos de época ao funk carioca

Álbum reúne grandes intérpretes da música brasileira contemporânea, como Larissa Luz, Moreno Veloso e João Cavalcanti



A produção musical, assinada por Lucas Marcier, Fabiano Krieger e Rogério da Costa Jr., partiu da busca criativa para traduzir a força de uma mulher à frente de seu tempo usando os recursos sonoros de sua época. Muito além de buscar uma fidelidade histórica, foi feita uma releitura contemporânea do período. “Vivemos e somos pessoas do século XXI contando uma história que se passa no século XIX. Pegamos um caldeirão de referências e misturamos: viola com orquestra, com congada mineira, com lundu e elementos da música africana como um todo”, explica Krieger. 

Um dos grandes atrativos do álbum é a presença de canções comerciais amplamente conhecidas do público, mas com uma roupagem inédita. Para garantir que faixas modernas não causassem um choque na imersão histórica, a equipe decidiu regravar todas as músicas escolhidas. A partir dessa ideia, a orquestração inovou ao usar os instrumentos de época, aplicando a eles métodos de composição do século XXI.

O resultado dessa fusão pode ser ouvido em releituras de faixas como "Blues da Piedade" (Cazuza/Frejat), "Pérola Negra" (Luiz Melodia), "O Meu Amor" (Chico Buarque), "Meu Pedaço de Pecado" (João Gomes), "Leilão" (Gloria Groove), "Cheguei" (André Vieira/Wallace Vianna) e o clássico internacional "Wicked Game" (Chris Isaak). Entre as vozes estão grandes intérpretes da música brasileira contemporânea, como Larissa Luz, Moreno Veloso, Luiza Possi e João Cavalcanti.

Merece destaque especial a releitura de "Blues da Piedade". A canção foi trabalhada a fundo para traduzir a verdadeira afronta que é a atitude da protagonista, refletindo perfeitamente os olhares de reprovação e o peso do julgamento social da sociedade de Araxá sobre ela.

As mudanças na sonoridade também demarcam os diferentes ambientes da trama. Enquanto os bailes da Corte de Dom Pedro exigem um rigor histórico maior, a taberna ganha vida com um lundu mais animado. Já a famosa chácara de Beja é o ápice da modernidade: “Incorporamos elementos de funk carioca ou de música de cabaré. Predominam quartetos de cordas ou percussão sinfônica, mas com a linguagem mais próximas do século XXI”, revela o produtor.

O álbum coroa sua diversidade com "Ilê Ifé", uma canção original composta especialmente para a novela pelo pernambucano Juliano Holanda, gravada em iorubá, que traz uma profunda conexão com a força ancestral da narrativa.

“Dona Beja” é uma novela produzida pela Floresta e licenciada pela Warner Bros. Discovery, escrita por Daniel Berlinsky e António Barreira, com colaboração de Maria Clara Mattos, Cecília Giannetti, Clara Anastácia e Ceci Alves. A direção geral é de Hugo de Sousa, com direção de Bia Coelho, João Boltshauser, Rogério Sagui, Thiago Teitelroit e Ana Angel. Pela Warner Bros. Discovery, a produção conta com supervisão de Mariano César e Anouk Aaron.

Fazem parte do elenco da novela: Grazi Massafera, David Junior, André Luiz Miranda, Pedro Fasanaro, Bianca Bin, Deborah Evelyn, Indira Nascimento, Bukassa Kabengele, Otavio Muller, Isabela Garcia, Erika Januza, Tuca Andrada, Kelzy Ecard, Werner Schünemann, Thalma de Freitas, Gabriel Godoy, Ricardo Burgos, Catharina Caiado, Lucas Wickhaus, Luciano Quirino, João Villa, Rita Pereira, Simone Mazzer, Isabelle Nassar, Nikolas Antunes, Eduardo Pelizzari, Arilson Lucas, Paulo Mendes e Miguel Rômulo, além das participações especiais de Elizabeth Savalla, Othon Bastos, Elisa Lucinda, Virgílio Castelo e Lúcia Veríssimo.

O álbum chega aos streamings de áudio  digitais com distribuição da Madison Gate Records, gravadora da Sony Pictures Entertainment “Dona Beja” estreou em 2 de fevereiro na HBO Max e já tem mais de 20 capítulos disponíveis, e chega em março à TV aberta, na Band.


sábado, 3 de janeiro de 2026

Leitura transformada em experiência cinematográfica

Romance "Retratos no espelho", de José Cristovam, combina diálogos contínuos, trilha sonora e estrutura de roteiro para explorar memórias e relações familiares




Um olhar íntimo sobre relações humanas, memórias e segredos familiares: na ficção Retratos no espelho, o escritor José Cristovam oferece uma experiência literária com o ritmo envolvente de uma produção cinematográfica. Construída inteiramente em diálogos profundos, a trama começa quando um psicólogo decide revisitar um caso que marcou sua carreira — o da família Lebazi Estevam. A partir de lembranças, a narrativa não linear leva o leitor a diferentes épocas: dos anos 1960 ao início de 2020, momentos importantes na trajetória de diversos personagens se sucedem como as cenas de um filme. 

Os diálogos retratam eventos decisivos na vida dos Lebazi Estevam, como conflitos no casamento, tensões entre pais e filhos, expectativas frustradas, reencontros inesperados e mágoas que atravessam décadas. Em cada conversa, fragmentos do passado surgem e ajudam o público a montar um "quebra-cabeça" dessa história familiar, a fim de desvendar as camadas emocionais que moldam o presente dos protagonistas. O autor também traz reflexões sobre temas universais: traumas do passado na formação adulta, os limites da culpa, a urgência da reconciliação e a busca por sentido diante de perdas. O amor e a amizade permeiam todas as falas do livro — nas relações desgastadas, mas também nas que resistem ao tempo. 

Jô, eu concordo que o amor muda as pessoas, mas só as pessoas que amam de verdade.  
(Retratos no espelhop.33) 

A obra, que se passa na região do ABC paulista, não traz descrições detalhadas dos protagonistas ou cenários: o formato dialogado estimula a imaginação, convida o leitor a ocupar o centro do enredo, imaginar rostos e preencher as pausas das interlocuções com as próprias emoções. Outro diferencial é a trilha sonora integrada com QR codesCanções como “Exagerado”, de Cazuza, “Se eu quiser falar com Deus”, de Gilberto Gil, “Como uma onda”, de Lulu Santos, “Eduardo e Mônica”, do Legião Urbana, e “Caso Sério”, de Rita Lee, acompanham os sentimentos expressos em cada cena, reforçando a experiência sensorial. 

Ao apostar em um “filme escrito” — como José Cristovam descreve o livro, Retratos no espelho avança e recua apenas pelas vozes dos personagens, e permite que o leitor viva cada cena com intensidade, sem interrupções de capítulos ou narradores. O resultado é um romance que se lê como um roteiro: imersivo e guiado por camadas de verdades que só se revelam quando os membros familiares olham, sem filtros, para o próprio reflexo. 

Ficha técnica: 
Título: Retratos no espelho 
Subtítulo: Um filme de romance escrito 
Autor: José Cristovam 
Categoria: Romance 
ISBN: 978-65-5822-321-4 
Páginas: 628  
Preço: R$119,90 
Onde encontrar: Amazon 

Sobre o autor: José Cristovam, nascido na cidade de Santo André, é o segundo de uma família de cinco irmãos. Sua família chegou no ABC Paulista no início de 1960, oriunda do Sertão de Pernambuco. Trabalhou em feira livre dos cinco aos 16 anos. Formado como Técnico em Eletrônica, Bacharel em Administração de Empresas, Pós-Graduado em Marketing pela Fundação Santo André, Cursou Gestão Ambiental pela FGV. É empresário no segmento de reciclagem de resíduos tecnológicos, consultor e palestrante. Amante das artes, música, literatura, teatro, cinema e fotografia. Leitor eclético e apaixonado pela vida. Suas principais fontes de inspiração são a natureza e histórias de pessoas comuns, aliadas à sensibilidade traduzida por artistas das mais diversas formas de expressão. 


sexta-feira, 28 de março de 2025

Mart’nália canta “Fullgás” na trilha sonora do filme “Câncer com Ascendente em Virgem”

Clipe oficial de clássico de Marina e Antônio Cícero está na plataformas digitais, confira o vídeo:


Mart’nália canta na trilha de “Câncer com Ascendente em Virgem”. Fotos: Elisa Bessa e Vinicius Cruz


“Fullgás”, canção de Marina Lima que agita as pistas de dança até hoje, ganhou uma versão em samba, interpretada por Mart’nália. O clipe conta com imagens do filme ”Câncer com Ascendente em Virgem” combinadas com os bastidores das gravações no estúdio da Raccord Produções, produtora do longa. A faixa também foi disponibilizada nas plataformas digitais pela distribuidora Nikita Music. Com Suzana Pires, Marieta Severo, Fabiana Karla e outros grandes nomes no elenco, o filme chegou aos cinemas nesta quinta-feira (27). 


Veja o clipe: 



A faixa é uma das 16 músicas da trilha sonora de “Câncer com Ascendente em Virgem”, assinada por Flávia Tygel. Outro clássico que ganhou uma nova versão é “Fita amarela”, de Noel Rosa, agora interpretado por Ana Costa. Outro destaque vai para Preta Gil, que participa da trilha com a inédita “Tudo Vai Passar”, lançada em fevereiro. O clipe foi dirigido, em julho do ano passado, pela atriz Jeniffer Dias e contou com a participação de Clélia Bessa, produtora do filme, da diretora Rosane Svartman, e de outras mulheres da equipe.


O longa é baseado na história inspiradora da produtora Clélia Bessa que, durante o tratamento que a curou de um câncer de mama em 2008 lançou o emocionante e divertido blog “Estou com Câncer, e Daí?”, agora disponível no livro com o mesmo nome (Editora Cobogó). 


No filme, após o diagnóstico, Clara (Suzana Pires) repensa o modo como conduz suas relações e se aproxima da mãe, Leda (Marieta Severo), e da filha, Alice (Nathália Costa). As três gerações de mulheres passam a compartilhar suas vulnerabilidades e desafios mutuamente, numa troca profunda e verdadeira. As amigas Dircinha (Fabiana Karla) e Paula (Carla Cristina Cardoso) mostram a importância da formação da rede de apoio e de levar as situações da vida com positividade e bom humor.  



Preta Gil canta “Tudo Vai Passar”, composta por Flávia Tygel. Foto: Reprodução


elenco também conta com Ângelo Paes Leme, Julia Konrad, Maria Gal, Mariana Costa, Yuri Marçal, Heitor Martinez e Gabriel Palhares. O roteiro é assinado por Suzana Pires, em parceria com Martha Mendonça e Pedro Reinato, e conta com a colaboração da autora Ana Michelle, Rosane Svartman e Elisa Bessa, filha de Clélia. 


“Câncer com Ascendente em Virgem” é uma produção da Raccord Produções com coprodução da Globo Filmes e RioFilme, e distribuição da Downtown Filmes. O filme é patrocinado pelo Magazine Luiza e pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, Oncoclínicas, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura - Lei do ISS, parcerias com o Instituto Dona de Si, Femama, Oncoguia e investimento FSA/BRDE/Ancine.


Sinopse:

Clara é professora de matemática e faz o maior sucesso como influencer educacional em seu canal na internet. Bem humorada, sarcástica e às vezes debochada, ela gosta de manter tudo sob controle, mas vai precisar aprender a lidar com a vulnerabilidade quando descobre que tem câncer de mama. Com coragem e resiliência, ela enfrenta dias ruins e outros melhores ao lado da filha adolescente, da mãe e de amigas leais. Em sua jornada de cura, Clara tem a chance de celebrar a vida e de ressignificar seus relacionamentos. Baseado em uma história real.


Elenco:

Clara - Suzana Pires

Leda - Marieta Severo

Alice - Nathália Costa

Dircinha - Fabiana Karla

Paula - Carla Cristina Cardoso

Renato - Ângelo Paes Leme

Ju - Julia Konrad

Dra. Carolina - Maria Gal

Dra. Mayra - Mariana Costa

Youtuber famoso - Yuri Marçal

Marcos - Heitor Martinez

Bruno - Gabriel Palhares

Guilherme - Pedro Caetano 

Caê - Rafael Tannuri

Andressa - Ariane Souza

Sofia - Giovana Lima

Zé do Cavaquinho - Lucca Fortuna

Dr. Mauro - Carlos Rosário

Dra. Diana - Aline Menezes

Enfermeiro Damião - Marcio Fonseca

João - Gabhi

Repórter - Rodrigo Átila

Vendedora - Cibele Santa Cruz

Ana Maria - Kika Farias

Jussara - Prazeres Barbosa 

Valdete - Claudia Barbot 

Giovana - Giovanna de Toni


Ficha Técnica:

Direção: Rosane Svartman

Produção: Clélia Bessa

Roteiro: Suzana Pires, Martha Mendonça e Pedro Reinato

Colaboração no Roteiro: Ana Michelle, Rosane Svartman e Elisa Bessa

Direção de Fotografia: Dudu Miranda

Produção Executiva: Bárbara Isabella Rocha

Direção de Arte: Fabiana Egrejas

Figurino: Márcia Tacsir

Maquiagem: Mari Figueiredo

Som Direto: Valéria Ferro

Edição de som: Maria Muricy, ABC

Mixagem: Armando Torres Jr.

Montagem: Natara Ney

Trilha Sonora: Flavia Tygel

Still: Mariana Vianna

Maquinista Chefe: Alessandro Corino

Gaffer: Allan Paulo

Produção: Raccord Produções

Coprodução: Globo Filmes e RioFilme

Distribuição: Downtown Filmes

Duração: 100 min



terça-feira, 16 de julho de 2024

Trilha sonora de "Estômago 2 - O Poderoso Chef" já está disponível nas plataformas digitais

Com distribuição da Paris Filmes, longa traz João Miguel e Nicola Siri no elenco e chega aos cinemas no dia 29 de agosto




Paris Filmes anuncia hoje o lançamento digital da trilha sonora oficial de “Estômago 2 - O Poderoso Chef”, sequência do aclamado longa “Estômago”. Lançado e distribuído pela Chant Records de Nova York, o álbum conta com 36 faixas, compostas pelo italiano Giovanni Venosta, e já está disponível em todas as plataformas de áudio.

Trazendo ainda mais imersão ao filme, as canções apresentam influência de artistas mundialmente reconhecidos por suas trilhas sonoras, como Ennio Morricone, Nino Rota, Michael Nyman, Bernard Herrmann, Yoko Kanno e Gato Barbieri, combinadas com elementos da música tradicional brasileira. Destaque para a versão repaginada do clássico “Inverno”, um dos concertos das Quatro Estações de Vivaldi, que ganhou um toque brasileiro com o cavaquinho. 

Dirigido por Marcos Jorge, “Estômago 2 - O Poderoso Chef” se passa dezesseis anos após os acontecimentos do primeiro longa. Na continuação, Raimundo Nonato (João Miguel) conseguiu conquistar uma posição confortável se aproximando dos poderosos da prisão, por meio do seu inigualável talento para a culinária. Ele cozinha para o diretor do presídio, para o líder dos detentos, Etecétera (Paulo Miklos), e para os carcereiros, com requintes de alta gastronomia. Mas, a chegada do mafioso italiano Benedetto Caroglio (Nicola Siri) à prisão vai abalar as estruturas e colocará o chef no epicentro de uma feroz disputa de poder.  

Filmado no Brasil e na Itália e falado nos dois idiomas, o longa estreia em 29 de agosto nos cinemas de todo o Brasil em uma produção da Zencrane Filmes, coprodução com a Warner Bros. Discovery, Telecine e a italiana Alexandra Cinematográfica, além de distribuição da Paris Filmes. 

Confira o trailer:



Sinopse: A fantástica e divertida jornada de nosso “anti-herói” preferido, Raimundo Nonato (João Miguel), e suas aventuras filosófico-culinárias continuam. Dezesseis anos depois dos acontecimentos do primeiro filme, Nonato virou o chef dos chefs na prisão, encantando com seu talento culinário e saborosa lábia tanto o diretor do presídio quanto o veterano líder dos detentos (Paulo Miklos). Até que um terceiro chefão, o mafioso italiano Dom Caraglio (Nicola Siri), chega para disputar o controle da penitenciária e o privilégio de ser servido pelo carismático cozinheiro. Ao mesmo tempo, conheceremos os tortuosos caminhos que transformaram o pacato filho da dona de um restaurante brasileiro no sul da Itália no poderoso chefe que, anos depois, vem ao Brasil desafiar o crime organizado por causa de Nonato.

Ficha Técnica:
Direção: Marcos Jorge
Roteiro: Bernardo Rennó, Lusa Silvestre e Marcos Jorge
Produção: Cláudia da Natividade e Francesco De Blasi
Empresas Produtoras: Zencrane Filmes (Brasil) e Alexandra Cinematografica (Itália)
Empresas Coprodutoras: Warner Bros. Discovery e Telecine
Empresa Distribuidora: Paris Filmes
Lançamento: 29 de agosto
Elenco Brasileiro: João Miguel, Nicola Siri, Paulo Miklos, Guenia Lemos, Marco Zenni.
Elenco Italiano: Violante Placido, Giulio Beranek, Marisa Laurito, Giorgio Gobbi
Participação Especial: Projota e Vincent Riotta

Sobre o diretor Marcos Jorge
Marcos Jorge é diretor de filmes, roteirista e curador. Já dirigiu 15 filmes, entre longas e curtas-metragens, e foi o vencedor de três Grandes Prêmios do Cinema Brasileiro, além de dezenas de prêmios internacionais. Estudou Jornalismo no Brasil e Cinema na Itália, onde iniciou sua carreira. Seu primeiro longa-metragem de ficção, “Estômago”, arrebatou 39 prêmios, 16 deles internacionais, e foi o filme brasileiro mais premiado do biênio 2008-2009.  Participou da seleção oficial de importantes festivais, como os de Berlim, Roterdã e Valladolid. 

O cineasta também dirigiu o documentário “O Ateliê de Luzia – Arte Rupestre no Brasil” (2004), “Corpos Celestes” (2011), em codireção com Fernando Severo, “O Duelo” (2015) adaptação do romance “O Capitão de Longo Curso”, de Jorge Amado, “Mundo Cão” (2016), e a comédia “Abestalhados 2” (2022). Na TV, assina a direção do média-metragem “Arqueologia da Luta”, para o Canal Combate, e a série documental “O Caso Celso Daniel”, produzida e veiculada pela Globoplay. 

Atualmente se prepara para o lançamento de “Estômago 2 – O Poderoso Chef” e acaba de finalizar as filmagens de “Doutor Monstro”, inspirado no controverso julgamento do cirurgião plástico Farah Jorge Farah, acusado de ter assassinado uma de suas pacientes. É também um dos curadores do Centro Cultural Cine Passeio, em Curitiba, espaço de referência na divulgação das artes cinematográficas no Brasil.