quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

A força simbólica dos guardiões da memória e da oralidade africana

Professor de literaturas africanas e pesquisador de contos, Rogério Barbosa exalta a história dos griots



Em Como surgiu o primeiro Griot, publicação da Cortez Editora, o escritor Rogério Andrade Barbosa convida o leitor a conhecer a lendária origem desses guardiões da memória, figuras essenciais na tradição oral africana. Referência na literatura infantojuvenil e profundo estudioso das narrativas do continente, o autor reconstrói, com sensibilidade, a força simbólica desses mensageiros por meio de uma história rica em significado. 

A trama acompanha dois irmãos do Mali, nascidos na histórica Tombuctu, que atravessam o deserto do Saara em uma jornada marcada por fome, sede e os desafios impostos pela natureza. Após sobreviverem a uma terrível tempestade de areia, encontram abrigo em um oásis — cenário que transforma seu destino e revela a origem mítica do primeiro griot.  

Narrada por um veterano contador de histórias, a obra evidencia a importância social e espiritual dos griots, responsáveis por preservar a memória coletiva, valorizar a ancestralidade e fortalecer laços comunitários. Ao unir passado, presente e futuro, eles surgem como ponte entre gerações e protetores de saberes que resistem ao tempo.  

Os irmãos, assim que a tormenta amainou, descobriram que estavam mais perdidos do que nunca. Por mais que procurassem, embora se orientassem pela posição do sol ou das estrelas, não encontravam uma pegada sequer das caravanas de dromedários que cruzavam constantemente a aridez do Saara carregadas de sal, ouro e marfim. (Como surgiu o primeiro Griot, p. 14) 

O texto de Barbosa ganha ainda mais potência com as ilustrações de Rogério Borges, artista premiado, cuja trajetória inclui trabalhos para importantes editoras, mostras internacionais e reconhecimentos como o Prêmio Jabuti e o selo Altamente Recomendável da FNLIJ. Suas imagens ampliam a atmosfera mítica e emotiva que envolve o relato.  

Com a união de dois criadores consagrados — Barbosa, vencedor do prêmio da Academia Brasileira de Letras, e Borges, com carreira destacada no Brasil e no exterior — Como surgiu o primeiro Griot torna-se uma homenagem à arte de contar histórias e à força da oralidade africana. É um chamado para leitores de todas as idades se conectarem com narrativas que atravessam gerações.  

Ficha técnica  

Título: Como surgiu o primeiro Griot 
Autoria: Rogério Andrade Barbosa 
ISBN: 978-65-5555-639-1 
Formato: 20,5 x 27,5 cm 
Páginas: 32  
Preço: R$ 57,00 
Onde encontrar: Amazon 

Sobre o autor 

Rogério Andrade Barbosa é escritor, professor de literaturas africanas, dinamizador de oficinas, palestrante e contador de histórias. Tem dedicado boa parte de sua carreira literária ao estudo da história e da literatura oral do Continente Africano – sempre apoiado em sua experiência como ex-voluntário das Nações Unidas na Guiné-Bissau e nas constantes pesquisas e recolhas de contos orais feitas em vários países da África. No decorrer de 37 anos como autor de literatura infantil e juvenil, publicou mais de 100 livros. Alguns deles foram traduzidos e editados na Alemanha, Espanha, Suécia, Dinamarca, Estados Unidos, México, Colômbia, Argentina, Haiti e Gana. Participou de Congressos e Feiras de Livros na Europa, Ásia, África e América Latina. Entre os vários prêmios que recebeu, destaca-se o da Academia Brasileira de Letras (ABL), em 2005, pelo conjunto de suas obras. 

Instagram: @rogerio_andradebarbosa 

Sobre o ilustrador 

Rogério Borges cursou Comunicação Visual na FAAP, em São Paulo. Trabalhou para as editoras Abril, Globo, Três, e com os produtores da Vila Sésamo. Ilustrou e escreveu para a Revista Recreio. Fez mais de 80 capas para a Planeta. Produziu coleções para a editora Melhoramentos, que foram diversas exposições e mostras nacionais e internacionais, em cidades como Frankfurt (Alemanha), Bolonha e Roma (Itália), Gotemburgo (Suécia) e Bratislava (Eslováquia). Recebeu prêmios da Associação Paulista dos Críticos de Arte, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (Selo Altamente Recomendável e Melhor Ilustração), da Unesco (Unesco Prize for Children and Young People´s Literature) e prêmio Jabuti na categoria Ilustração. Também participou de catálogos importantes como o White Ravens, da Biblioteca Internacional da Juventude, sediada em Munique.  

Instagram: @rogerio.borges.art 

Sobre a Cortez Editora: Foi a solidez do trabalho feito que estimulou a Cortez Editora a expandir e mostrar ao mundo toda a riqueza da cultura brasileira e a densidade ímpar de seus autores. Seu catálogo é referência nas áreas de Literatura Infantil e Juvenil, Educação, Serviço Social, Ciências da Linguagem, Ciências Sociais, Ciências Ambientais e Psicologia.  

Site: Cortez Editora  

Instagram: Cortez Editora | Youtube: TV Cortez | Facebook: Cortez Editora  


HBO Max anuncia que a série 'Heated Rivalry' estreia em fevereiro no Brasil

Estrelada por Hudson Williams e Connor Storrie, a série original da Crave se tornou um fenômeno televisivo nas últimas semanas



A HBO Max anunciou que a série original da Crave HEATED RIVALRY estreia no Brasil em fevereiro. A produção é baseada na aclamada saga literária Game Changers, da autora Rachel Reid. 

Criada pelo premiado escritor, diretor e produtor canadense Jacob Tierney (Letterkenny, Shoresy), HEATED RIVALRY acompanha a história de Shane Hollander e Ilya Rozanov, duas estrelas do hóquei profissional cuja intensa rivalidade dentro do gelo contrasta com um relacionamento secreto e profundamente emocional fora dele. 

Interpretados por Hudson Williams e Connor Storrie, Shane e Ilya estão entre os nomes mais importantes da Major League Hockey, unidos pela ambição, pela competitividade e por uma atração magnética que nenhum dos dois consegue compreender totalmente. O que começa como um encontro casual entre dois jovens novatos evolui, ao longo de oito anos, para uma jornada marcada pelo amor, pela negação e pelo autoconhecimento. Enquanto buscam o sucesso esportivo no gelo, ambos precisam enfrentar uma decisão crucial: se existe espaço para o amor verdadeiro em um mundo tão exigente e competitivo quanto o deles. 

A série também conta com François Arnaud, Robbie G.K., Christina Chang, Dylan Walsh, Sophie Nélisse e Ksenia Daniela Kharlamova no elenco. 

HEATED RIVALRY é produzida pela Accent Aigu Entertainment em associação com a Crave (Bell Media) e distribuída internacionalmente pela Sphere Abacus. A primeira temporada é composta por seis episódios. 

Em fevereiro, esta intensa história de amor, rivalidade e autodescoberta chega à HBO Max no Brasil e na América Latina. 


Grátis: Rock 80 Festival estreia no verão carioca 2026 no Aterro do Flamengo

Primeira edição do ano celebra clássicos do rock nacional e internacional em um dos cartões-postais mais emblemáticos do Rio



O verão carioca de 2026 ganha trilha sonora especial com a primeira edição do ano do Rock 80 Festival, que ocupa o Aterro do Flamengo (Posto 3) nos dias 10 e 11 de janeiro, a partir das 14h, reunindo sol, calor, cerveja gelada e muito rock’n’roll em um dos cartões-postais mais emblemáticos do Rio de Janeiro. Programação pelo instagram @rock80festival.

Com proposta voltada à celebração dos clássicos do rock nacional e internacional — especialmente a sonoridade marcante dos anos 1980 —, o festival nasce com vocação para se tornar um encontro entre gerações, famílias e amantes da música, valorizando a ocupação cultural de espaços públicos e o clima vibrante do verão na cidade.

No sábado (10), a programação tem início com DJ, aquecendo o público para a apresentação do Cão Noturno, projeto autoral que integra a iniciativa Eu Quero Abrir o Rock 80. Na sequência, a Banda Piazzas leva ao palco sucessos de nomes como Lulu Santos, Nenhum de Nós, Capital Inicial, Legião Urbana e Cazuza. Já no fim da tarde, a The Red Pilot assume o palco com releituras de clássicos de The Police, Queen, Aerosmith, Kiss e Van Halen. Encerrando a noite, o Bloco 8 e 80 propõe uma conexão percussiva e energética entre o espírito dos anos 80 e o verão carioca, em um show que mistura música e performance.

No domingo (11), após a abertura com DJ, a Nside Band apresenta um repertório que transita entre o peso e a melodia, com músicas de Black Sabbath, Evanescence, Radiohead, Metallica e Pitty. Em seguida, a Banda The Lux aposta em clássicos do rock nacional e internacional, passando por nomes como U2, Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho e Engenheiros do Hawaii. A noite segue com o RHCP Tribute by Snow, dedicado à obra do Red Hot Chili Peppers, antes do encerramento com A Conexão 80, que revisita sucessos de Plebe Rude, Biquini Cavadão, Queen e Guns N’ Roses.

Mais do que um festival, o Rock 80 Festival surge como uma experiência cultural ao ar livre, unindo música, cidade e público em um ambiente democrático e descontraído. A estreia marca o início de um projeto que pretende ocupar espaços icônicos do Rio de Janeiro e consolidar o rock como parte da trilha sonora do verão carioca.

Programação:

10/01  - sábado
14h– DJ
15h -
 Cão Noturno _ Instagram @caonoturno ( Projeto Eu Quero Abrir o Rock 80 – Com o melhor do Autoral )
16h30 – Banda Piazzas – Instagram  @bandapiazzas ( Lulu Santos, Nenhum de Nós, Capital Inicial, Legião Urbana , Cazuza)
18h30 – The Red Pilot – Instagram  @theredpilot.band ( The Police, Queen, Aerosmith, Kiss, Van Halen )
20h30 -  Bloco 8 e 80 – Instagram @bloco8e80 ( Uma conexão cósmica e percursiva entre os anos 80 e o verão carioca )

 11/01 - domingo
14h00 – DJ
14h30 – Nside Band – Instagram @nside.band ( Black Sabbath, Evanescence, Radiohead, Metallica, Pitty )
16h30 – Banda The Lux – Instagram @bandathelux (Clássicos do Rock Nacional e Internacional – Ment at Work, U2, Paralamas, Barão Vermelho, Engenheiros do Hawai )
18h30 – Rchcp Tribute By Snow - Instagram @rhcptributebysnow ( Tributo ao Red Hot Chili Peppers )
20h30 – A Conexão 80 – Instagram @aconexao80 ( Plebe Rude, Biquini Cavadão, Queen, Guns N Roses )

Agenda dos próximos eventos:

10 e 11/1 - Aterro do Flamengo
31/1 e 1/2 - Copacabana
14 e 15/3 - Quinta da Boa Vista
Data a confirmar - Urca

Serviço:

Dias: 10 e 11/1

Horário: 14h

Local: Aterro do Flamengo – posto 3

Instagram: @rock80festival


sábado, 3 de janeiro de 2026

Leitura transformada em experiência cinematográfica

Romance "Retratos no espelho", de José Cristovam, combina diálogos contínuos, trilha sonora e estrutura de roteiro para explorar memórias e relações familiares




Um olhar íntimo sobre relações humanas, memórias e segredos familiares: na ficção Retratos no espelho, o escritor José Cristovam oferece uma experiência literária com o ritmo envolvente de uma produção cinematográfica. Construída inteiramente em diálogos profundos, a trama começa quando um psicólogo decide revisitar um caso que marcou sua carreira — o da família Lebazi Estevam. A partir de lembranças, a narrativa não linear leva o leitor a diferentes épocas: dos anos 1960 ao início de 2020, momentos importantes na trajetória de diversos personagens se sucedem como as cenas de um filme. 

Os diálogos retratam eventos decisivos na vida dos Lebazi Estevam, como conflitos no casamento, tensões entre pais e filhos, expectativas frustradas, reencontros inesperados e mágoas que atravessam décadas. Em cada conversa, fragmentos do passado surgem e ajudam o público a montar um "quebra-cabeça" dessa história familiar, a fim de desvendar as camadas emocionais que moldam o presente dos protagonistas. O autor também traz reflexões sobre temas universais: traumas do passado na formação adulta, os limites da culpa, a urgência da reconciliação e a busca por sentido diante de perdas. O amor e a amizade permeiam todas as falas do livro — nas relações desgastadas, mas também nas que resistem ao tempo. 

Jô, eu concordo que o amor muda as pessoas, mas só as pessoas que amam de verdade.  
(Retratos no espelho, p.33) 

A obra, que se passa na região do ABC paulista, não traz descrições detalhadas dos protagonistas ou cenários: o formato dialogado estimula a imaginação, convida o leitor a ocupar o centro do enredo, imaginar rostos e preencher as pausas das interlocuções com as próprias emoções. Outro diferencial é a trilha sonora integrada com QR codes. Canções como “Exagerado”, de Cazuza, “Se eu quiser falar com Deus”, de Gilberto Gil, “Como uma onda”, de Lulu Santos, “Eduardo e Mônica”, do Legião Urbana, e “Caso Sério”, de Rita Lee, acompanham os sentimentos expressos em cada cena, reforçando a experiência sensorial. 

Ao apostar em um “filme escrito” — como José Cristovam descreve o livro, Retratos no espelho avança e recua apenas pelas vozes dos personagens, e permite que o leitor viva cada cena com intensidade, sem interrupções de capítulos ou narradores. O resultado é um romance que se lê como um roteiro: imersivo e guiado por camadas de verdades que só se revelam quando os membros familiares olham, sem filtros, para o próprio reflexo. 

Ficha técnica: 
Título: Retratos no espelho 
Subtítulo: Um filme de romance escrito 
Autor: José Cristovam 
Categoria: Romance 
ISBN: 978-65-5822-321-4 
Páginas: 628  
Preço: R$119,90 
Onde encontrar: Amazon 

Sobre o autor: José Cristovam, nascido na cidade de Santo André, é o segundo de uma família de cinco irmãos. Sua família chegou no ABC Paulista no início de 1960, oriunda do Sertão de Pernambuco. Trabalhou em feira livre dos cinco aos 16 anos. Formado como Técnico em Eletrônica, Bacharel em Administração de Empresas, Pós-Graduado em Marketing pela Fundação Santo André, Cursou Gestão Ambiental pela FGV. É empresário no segmento de reciclagem de resíduos tecnológicos, consultor e palestrante. Amante das artes, música, literatura, teatro, cinema e fotografia. Leitor eclético e apaixonado pela vida. Suas principais fontes de inspiração são a natureza e histórias de pessoas comuns, aliadas à sensibilidade traduzida por artistas das mais diversas formas de expressão. 


sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

'Margarida, Que Sua Lenda Valha A Pena' estreia na HBO Max nesta segunda (5/01)

Conheça os principais personagens da série de Cris Morena que promete grandes emoções




Criada pela escritora Cris Morena, a produção Max Original, MARGARIDA, QUE SUA LENDA VALHA A PENA, estreia em 5 de janeiro na HBO Max. A primeira temporada da série acompanha a jovem Margarida, uma adolescente que deseja realizar seus sonhos e encontrar seu lugar no mundo.  

Resgatando a receita que foi sucesso nos anos 2000 com novelas como FLORICIENTA, produção argentina que ganhou uma adaptação brasileira sob o título FLORIBELLA, Cris Morena apresenta ao público seu mais novo conto de fadas, repleto de música, humor e fantasia. Abaixo, conheça os personagens que darão vida a esta encantadora história:  

MARGARIDA 

A protagonista é filha legitima de Floricienta e Máximo, mas perdeu os pais ainda na infância. Durante muito tempo, a jovem viveu sem conhecer suas origens, até que, por acaso, encontra sua tia Delfina. Margarida é a verdadeira herdeira do reino de Krikoragán (o único problema é que ela ainda não sabe disso). Sonhadora e carismática, se declara multifacetada, sabe cantar, dançar e tocar instrumentos, mas precisará de muita coragem para enfrentar os desafios que surgirão após ingressar no Hangar Soho. 

DELFINA SANTILLÁN   

Meia-irmã de Floricienta e cunhada de Máximo, Delfina é dona do renomado Hangar Soho, um centro de artes que oferece bolsas de estudo para jovens talentos. Ambiciosa, aproveitou o exilio da família para tomar toda a fortuna e ocupar o trono do reino de Krikoragán. A chegada repentina de Margarida ameaça os segredos e o império de mentiras que Delfina construiu para se apropriar de uma herança que não lhe pertence.   

DAISY 

Filha adotiva de Delfina, foi resgatada de um orfanato e leva uma vida de privilégios como Princesa Margarida de Krikoragán. No entanto, ela não imagina que não é quem acredita ser. Cercada pelas mentiras de Delfina, cresceu acreditando ser a herdeira do trono, mas tudo mudará quando conhecer Margarida, que se tornará sua amiga e trará reviravoltas para sua vida.  

MERLÍN  

Merlín é um príncipe de Krikoragán, filho do homem que destronou Máximo, pai de Margarida. O jovem busca uma chance de entrar no Hangar Soho, e é nesse momento que conhece Margarida, despertando um interesse mútuo. Além da trama amorosa, ele será impactado pelas reviravoltas no reino e fará de tudo para lutar pelo que acredita ser certo.  

Além de Margarida, Merlín e Daisy, o elenco também é composto por jovens que se tornam bolsistas do Hangar Soho, como Romeo e Zeki. Com talentos e personalidades diferentes, eles enfrentam desafios, constroem amizades, vivem romances e sempre usarão a música como forma de expressar seus sentimentos.  

MARGARIDA, QUE SUA LENDA VALHA A PENA é uma produção do Cris Morena Group e Warner Bros. Discovery. A HBO Max disponibilizará 10 episódios semanais, a partir de 5 de janeiro. E para os fãs de tramas adolescentes, a primeira temporada de FLORIBELLA está disponível no catálogo da plataforma de streaming, para assistir quando e onde quiser.  

Grátis: Clube do Foguinho traz programação especial de férias para crianças em janeiro no Botafogo Praia Shopping

Atividades acontecem aos sábados e domingos, com oficinas temáticas, teatrinho e brincadeiras sensoriais


Foto: Divulgação

O mês de férias promete ser ainda mais divertido no Botafogo Praia Shopping. Em janeiro, o Clube do Foguinho apresenta uma programação especial na época favorita das crianças, com atividades gratuitas que acontecem todos os sábados, das 10h às 12h, no 3º piso. Com foco em crianças de até 3 anos, os encontros reúnem músicas, brincadeiras sensoriais e oficinas lúdicas que estimulam a criatividade, o desenvolvimento motor e fortalecem o vínculo entre pais e filhos.

Já nos domingos, de volta à programação do Botafogo Praia Shopping, as sessões de teatrinho infantil acontecem das 15h às 16h30 e trazem histórias clássicas, divertidas e para toda a família, como a da Bela Adormecida e da super-heroína Lady Bug.

Confira a programação completa:

03/01 – Desbravando os mares
Circuito sensorial temático inspirado no fundo do mar, com música e brincadeiras lúdicas.

10/01 – Criar e sentir
Oficina de massinha caseira e atividades sensoriais com trilha musical.

17/01 – Pula pula, pipoquinha
Brincadeiras corporais e sensoriais voltadas ao movimento e à interação.

24/01 – Pintando o sete
Tapete de pintura coletiva com estímulos sensoriais e sonoros.

31/01 – Contando histórias
Atividades sensoriais e contação de histórias com fantoches.

Teatrinho Infantil:

04/01 – A Bela Adormecida

18/01 – As Aventuras de Lady Bug

 

Serviço – Clube do Foguinho

Local: 3º piso

Datas: 03, 10, 17, 24 e 31 de janeiro de 2026

Horário: das 10h às 12h

Classificação: até 3 anos

Inscrições: pelo app do shopping

Programação gratuita

 

Serviço – Teatrinho Infantil

Local: Botafogo Praia Shopping

Datas: 04 e 18 de janeiro de 2026

Horário: das 15h às 16h30

Programação gratuita

Endereço: Praia de Botafogo, 400 – Botafogo, Rio de Janeiro – RJ


segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Armazém da Utopia lança "Crias da Comunidade"

Projeto sociocultural de capacitação artística vai oferecer 24 vagas gratuitas parajovens e adultos de comunidades do Rio de Janeiro




O Armazém da Utopia está com inscrições abertas para o projeto “Crias da Comunidade”, que vai oferecer capacitação artística e técnica gratuitamente a partir de fevereiro de 2026.

O projeto, que tem o patrocínio master da Shell, por meioda Lei Rouanet, do Ministério da Cultura, e Armazém da Utopia lança "Crias da Comunidade", prioritariamente das classes sociais C,D e E, estudantes do Ensino Médio e universitários da rede pública de ensino, moradores das comunidades tradicionais do entorno do Armazém da Utopia e da 1a região administrativa do Rio de Janeiro. 

O Armazém da Utopia é reconhecido como um celeiro de formação técnica e artística. O Crias da Comunidade é um projeto de formação contínua e comprometida com o processo de produção artística em todas as suas etapas. É um projeto que contribui para reparação de uma enorme injustiça social e histórica, estampada nos territórios de comunidades do Rio de Janeiro. Etimologicamente, a palavra comunidade vem do latim “communitãte” e engloba a ideia de algo comum, compartilhado. Ser um trabalhador da cultura é comum a um morador de comunidade ou é privilégio de poucos?

“O Crias da Comunidade no Armazém da Utopia se propõe a mitigar o abismo social na economia da cultura, abrindo as portas dos processos de produção em todas as suas etapas - idealização, elaboração, captação, planejamento, produção, execução, divulgação e pós-produção, como uma escola aberta. A vivência prática de um processo de produção gera um crescimento exponencial no aprendizado”, dizem os diretores Luiz Fernando Lobo e Tuca Moraes, gestores do Armazém da Utopia.

Ao todo serão 24 vagas, e as inscrições podem ser feitas até as 18h do dia 5 de janeiro de 2026 por meio do formulário online.A seleção será por carta de intenção e entrevista. As aulas terão início em 2 de fevereiro de 2026, com duração de nove meses, terão carga horária de seis horas semanais e acontecerão às segundas e quintas-feiras, das 14h às 17h, presencialmente, na Região Portuária, sendo possível a inclusão de atividades extras. Os selecionados terão, durante o curso, alimentação, cesta básica e ajuda de custo para o transporte.

O projeto terá um encerramento aberto ao público, com apresentação dos resultados coletivos.

            Eixos do programa

  • Núcleo Galharufa (Formação Artística): Oficinas práticas de atuação, corpo e voz, além de aulas teóricas sobre teatro, história e geografia.
  • Núcleo Gimba (Formação Técnica): Oficinas técnicas de luz, som e produção.

SERVIÇO

Programa Crias da Comunidade

Inscrições: formulário online até 05/01/2026, às 18h

⁠Entrevista com os pré-selecionados: 19 a 23/01/2026

⁠Divulgação dos aprovados: 26/01/2026

Início das aulas: 02/02/2026

Dias e horários das aulas: segundas e quintas, das 14h às 17h

Aulas no Armazém da Utopia - Armazém 6, Zona Portuária do Rio

O Crias da Comunidade tem patrocínio master da Shell, por meio da Lei Rouanet, Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura.


quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

HBO Max anuncia estreia de 'Dona Beja' para 2 de fevereiro e lança teaser exclusivo, confira

Romance, disputas e segredos moldam a releitura de uma das histórias mais emblemáticas do país, em novela protagonizada por Grazi Massafera, David Junior e André Luiz Miranda



Durante o Upfront da HBO Max realizado nesta terça-feira, 25, a plataforma de streaming divulgou a data oficial de lançamento de sua nova novela nacional, DONA BEJA. Em 2 de fevereiro de 2026 começa a exibição dos capítulos com estreias semanais de cinco episódios todas as segundas-feiras.  

DONA BEJA faz uma releitura da história televisionada nos anos 1980 sobre Ana Jacinta de São José, figura histórica mineira. A narrativa explora empoderamento, desejo e vingança, revivendo a trajetória da cortesã que desafiou convenções em Araxá, Minas Gerais. Famosa pela beleza, inteligência e atuação política e social, Beja construiu uma vida marcada por controvérsias, e a produção resgata discussões sociais que continuam atuais, envolvendo o público em uma trama rica em detalhes e ambientação histórica. 

Confira o teaser:



A obra destaca a luta por liberdade em uma sociedade rígida e opressora, oferecendo novas camadas à personagem e reforçando seu legado sobre protagonismo feminino e desigualdade. Para dar vida a esse universo, a produção contou com uma cidade cenográfica de 1.000 m² e gravações em locações como Paraty e Lumiar, garantindo autenticidade e grandiosidade à obra. 

O elenco estelar é composto por Grazi Massafera, David Junior e André Luiz Miranda, Pedro Fasanaro, Bianca Bin, Deborah Evelyn, Indira Nascimento, Bukassa Kabengele, Otavio Muller, Isabela Garcia, Erika Januza, Tuca Andrada, Kelzy Ecard, Werner Schunemann, Thalma de Freitas, Gabriel Godoy, Ricardo Burgos, Catharina Caiado, Lucas Wickhaus, Luciano Quirino, João Villa, Rita Pereira, Simone Mazzer, Isabelle Nassar, Nikolas Antunes, Eduardo Pelizzari, Arilson Lucas, Paulo Mendes e Miguel Rômulo, entre outros. Além da participação especial de Elizabeth Savalla, Othon Bastos, Elisa Lucinda, Virgílio Castelo e Lúcia Veríssimo.   

DONA BEJA é uma novela produzida pela Floresta e licenciada pela Warner Bros. Discovery. Escrita por Daniel Berlinsky, António Barreira e colaboração de Maria Clara Mattos, Cecília Giannetti, Clara Anastácia e Ceci Alves. Com direção geral de Hugo de Sousa e direção de Bia Coelho, João Boltshauser, Rogerio Sagui, Thiago Teitelroit e Ana Angel. Por parte da Floresta, a produção executiva é de de Adriana Silva (Dida), Roberta Guzzon, Tayane Saad. A produção é baseada na sinopse desenvolvida por Renata Jhin, António Barreira e Daniel Berlinsky, em releitura da obra original criada por Wilson Aguiar Filho. Por parte da Warner Bros. Discovery, a produção conta com supervisão de Mariano César e Anouk Aaron. 


Denise Emmer lança “Só os loucos batem palmas para o céu”, seu novo livro de contos em prosa-poética

Vencedora do Prêmio Alceu Amoroso Lima Poesia e Liberdade 2021, poeta, compositora e violoncelista, depura a solidão e o desamparo ao longo de dezessete contos

 


Denise Emmer, escritora de múltiplas expressões e um dos grandes nomes da poesia brasileira contemporânea, está lançando sua mais nova publicação, o livro “Só os loucos batem palmas para o céu” (Editora Cavalo Azul), mais uma vez diluindo as fronteiras entre prosa e poesia para compor um mosaico de narrativas que soam como partituras, sonatas e visões. O livro não apenas continua o diálogo com obras ficcionais anteriores —   O cavalo cantor e O barulho do fim do mundo — mas aprofunda a vertente estética da autora, que flerta com o realismo mágico, e lhe confere uma densidade rara.

Ao longo dos dezessete contos reunidos em seu novo livro, a solidão emerge como eixo magnético, um sentimento que não se apresenta como ausência, mas como território existencial a ser percorrido. Não à toa, Denise escolhe para epígrafe um fragmento de Cem anos de solidão, de Gabriel García Márquez: “Ele realmente tinha passado pela morte, mas retornou porque não suportava a solidão.” Essa frase é a chave do livro. Cada conto mostra personagens que, de algum modo, retornam — da morte, do esquecimento, da infância, do nunca — para viver a solidão da existência. São órfãos, náufragos, criaturas suspensas entre mundos, cujos gestos se inscrevem no palco íntimo do leitor.

"Sou uma poeta, que, por vezes, resolve sair da sua métrica para viver algumas aventuras”, comenta Denise. “Ao escrever estas histórias, eu as vivo intensamente. Sou, ou parte do enredo, ou a observadora que narra os acontecimentos sem entrar nas polêmicas. Para mim, escrever contos é uma forma de viajar sem sair do quarto", conclui.

Os títulos dos contos já sugerem um universo de enigmas e metáforas: A mulher que dançava, Senhor solidão, Palco das criaturas, As despedidas do Nunca, Entre o quarto e o closet, A árvore Sonâmbula, Abraço eterno, O mosteiro do penhasco, O homem triste, A senhora de todas as vestes, Amor elevado a infinito, Anônima, Meu Kilimanjaro, O homem com pressa, Casal de bandoleiros, Abandonadas e Coração disparado. Cada título é uma promessa de imagem, um convite a um espaço sensorial.

Tais características são latentes como, por exemplo, em “Senhor solidão”, no qual Denise Emmer cria um cenário doméstico e sufocante, onde um artista célebre vive com a mãe centenária. A rotina banal — almoçar, descalçar sapatos, cuidar um do outro — se transforma em metáfora da dependência e da clausura. Ou também em “Palco das Criaturas”, em que um pianista sem rosto veste o fraque e aguarda sua entrada no palco para interpretar uma sonata inexistente. Sua música desperta os marginalizados, os loucos, as anciãs esquecidas — mas não há plateia. Quando finalmente toca para um público lotado, é vaiado, suas teclas se soltam, o piano se desmonta. O conto é uma parábola sobre a arte invisível e o fracasso da glória. Ao dividir o pão com um homem humilde nas ruas, o pianista reencontra, no gesto simples, a dignidade que não encontrou nos aplausos. Denise Emmer transforma o palco em metáfora do mundo: todos somos criaturas tocando sonatas inaudíveis para plateias ausentes.

Outra passagem de semelhante potência literária, “As despedidas do Nunca” medita sobre a morte e o adeus. A narradora percorre paisagens — florestas, pedras, mares — despedindo-se de tudo, até de seus pais transformados em estátuas. O texto avança como um fluxo de consciência, misturando memória, sonho e realidade. A cena do aeroporto, com o voo Pterossauro para o “Nunca”, é uma imagem poderosa: a morte como embarque, o destino final anunciado no alto-falante. Mas, ao final, há um retorno à intimidade: ela adormece abraçada ao cão. A morte não é espetáculo, mas recolhimento. A travessia não é explosão, mas um “adieu” sussurrado.

Esses três contos são amostras de uma escritura que alia lirismo e densidade. Em todos, há uma busca pelo sublime no cotidiano, uma investigação das zonas de silêncio e uma poética da travessia. Denise Emmer não escreve apenas histórias: ela as vive, e as faz ressoar como música interior. O livro inteiro é uma sonata que ainda não existe. Cada conto é um movimento — lento, allegro, adagio — que nos conduz ao “fim do mundo” entendido não como catástrofe, mas como passagem ao infinito. Ao ler Só os loucos batem palmas para o céu, o leitor participa dessa experiência de dissolução e de chama. E, ao final, provavelmente se reconheça no título: um louco que, tocado pela poesia de cada conto, também bate palmas para o céu.

 

Denise Emmer

A vocação para a música sempre se fez presente em suas expressões artísticas. Inicialmente bacharela em Física, buscou a formação, logo em seguida, no Bacharelado em Música (violoncelo), despontando, no início dos anos 80, como compositora e cantora. Com vários CDs gravados, também integra, como violoncelista, orquestras e grupos de câmera. Apesar da versátil personalidade, a essência de sua criação, é, fundamentalmente, a poesia, conquistando importantes títulos, como o Prêmio ABL de poesia 2009 (Academia Brasileira de Letras), o Prêmio Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), o Prêmio José Martí (UNESCO) e Prêmio Olavo Bilac (ABL), dentre muitos outros.

Enquanto poeta, participou de relevantes antologias da poesia brasileira, tais como “41 poetas do Rio” (org. Moacyr Félix, Minc), “Antologia da Nova Poesia Brasileira”(org. Olga Savary, Ed Hipocampo), “Poesia Sempre” (Fundação Biblioteca Nacional), bem como das Revistas Califórnia College of the at Eleven (EUA), Newspaper Surreal Poets, (EUA), Revista da Poesia (Metin Cengiz -Turquia), Revista Crear in Salamanca (Espanha) - traduzida pelo poeta Alfredo Pérez Alencart. Participou do XXVI Encuentro de Poetas Ibero-Americanos 2021 (Salamanca - Espanha) e da Brazilian Poems” edição e tradução Abay K.  Da Antologia Selvagem Ed. Cavalo Azul, organização Alexandre Bonafim, Histórias brasileiras de cavalos Ed. Maralto, organização Ricardo Ramos e Antologia Ponte de Versos, Ed Ibis Libris, organização Thereza Roque da Motta.

 

Livro “Só os loucos batem palmas para o céu” – Denise Emmer

Comprar online:

https://editoracavaloazul.lojavirtuolpro.com/so-os-loucos-batem-palmas-para-o-ceu-frete-gratis-campanha-de-pre-lancamento/p


Valor: R$60,00
Total de 92 páginas.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Diogo Nogueira comanda tarde de samba na quadra da Portela (27/12)

Com um repertório repleto de sucessos e a energia contagiante de sua banda, o artista será a atração principal de um evento que reúne tradição, cultura e festa



O clima de celebração do samba vai tomar conta da quadra da Portela no próximo dia 27 de dezembro, a partir das 14h, quando o sambista Diogo Nogueira sobe ao palco para um show especial que promete encerrar o ano em grande estilo. Com um repertório repleto de sucessos e a energia contagiante de sua banda, o artista será a atração principal de um evento que reúne tradição, cultura e festa.

Em uma programação que homenageia o ritmo que moldou a identidade carioca, o público também poderá acompanhar apresentações de Bernini, do elenco show da Portela — reconhecido por manter viva a força cênica da escola —, além dos DJs Bacalhau e Lekinho, responsáveis por comandar as pick-ups e garantir a mistura perfeita entre clássicos do samba e batidas contemporâneas. O evento contará ainda com área open bar, reforçando a proposta de uma tarde de confraternização e diversão.

Os ingressos já estão à venda pela plataforma Meu Bilhete, e a expectativa da organização é de mais uma quadra lotada, como costumam ser as edições que reúnem grandes nomes do samba no local.

Diogo Nogueira, que herdou do pai, o icônico João Nogueira, o amor pelo samba, trilhou um caminho particular até consolidar seu nome entre os principais artistas do gênero. Criado em rodas de samba, o cantor inicialmente seguiu o sonho de ser jogador de futebol, mas uma lesão no joelho mudou seu destino.

Em 2007, lançou seu primeiro álbum ao vivo, um trabalho que marcou sua entrada definitiva no cenário musical e rendeu prêmios, reconhecimento e uma trajetória sólida no samba contemporâneo. Desde então, construiu uma carreira pautada por grandes performances e sucessos que conquistaram o país, como “Pé na Areia” e “Clareou”.

Com sua presença carismática e a capacidade de transformar qualquer palco em um grande encontro, Diogo promete uma tarde inesquecível na Portela, celebrando o samba, a cultura popular e a força da música brasileira. A combinação entre tradição e atrações da nova geração reforça o caráter festivo e plural do evento, que deve reunir fãs, admiradores da Portela e apaixonados pelo ritmo mais brasileiro de todos.

Serviço

Diogo Nogueira comanda tarde de samba na quadra da Portela

Data: 27 de dezembro

Horário: a partir das 14h

Local: Quadra da Portela - Rua Clara Nunes, 81, em Madureira, Rio de Janeiro.

Contato: (21) 99301-9974

Ingressos: https://www.meubilhete.com.br/diogo-nogueira-portela